Inspiração do Dia #129

Desde que conheci a linha de móveis feita com engradados plásticos do arquiteto Maurício Arruda, minha vontade de descobrir novos usos para esses caixotes só aumentou.
Já compartilhei inúmeras ideias com vocês, como mesinhas, estantes, baús, prateleiras e até luminárias feitas com essas belezinhas, mas nenhuma delas tem um resultado estético e prático tão bacana quanto essa estante feita pelo casal de arquitetos Paula Sertório e Victor Paixão, que além de tudo serve como divisória entre o quarto e a sala do apartamento deles. Um achado e tanto publicado na revista Casa Cláudia deste mês.
O melhor de tudo é que qualquer um pode montar a sua versão da peça. Pra isso basta juntar alguns caixotes e prende-los entre si usando parafusos com roscas borboletas.


A dica é alternar a posição dos caixotes, assim a estante pode ser usada em ambos os lados. Para dar mais segurança a montagem você pode parafusar os caixotes no chão e na parede também.

Outro detalhe bem bacana é que a estrutura de caixotes vazados favorece a iluminação natural do ambiente. Além de ser uma peça que pode ser alterada sempre que se deseja dar um ar diferente ao ambiente.

Os caixotes são tão versáteis, que no mesmo ambiente eles também são usados para organizar o closet do casal. Uma ideia genial e apaixonante, na minha opinião.
Estou seriamente pensando em implantar alguma ideia desse tipo para separar a sala da cozinha aqui no meu cafofo. Me aguardem!





Oi Patrícia…
Eu acho bem bacana utilizar as caixas de madeiras das feiras, mas, essas de plastico ainda não me agradam muito. Ao meu ver (claro, é minha opinião) elas não agregam estética ao ambiente.
Beijos
Decorando Assim
Olá!! Eu amei essa ideia desde que vi na revista!!
Só fiquei na duvida se realmente fica firme!! Pode ser utilizado qualquer tipo de caixote de plastico com parafusos??
Oi Ediva, você vai conseguir que fique mais firme se também conseguir parafusar no teto também. A estrutura é firme, mas não o bastante para não se mexer caso alguém caia sobre ela.
Um abraço,
Patricia Melo | Remobília